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Líbano

O Líbano permanece no centro de tensões regionais, com o governo acusando o Irã de usar o país como moeda de troca nas negociações com os Estados Unidos, enquanto o exército israelense intensifica ataques ao sul do território. O presidente dos EUA, Donald Trump, tem mantido diálogos com Israel e o Hezbollah, buscando garantir um cessar‑fogo que ainda não foi respeitado. A escalada de violência e as negociações em curso destacam a fragilidade da estabilidade libanesa e a influência de atores externos na região.

10 notícias sobre este tema

Israel, Líbano e EUA assinam acordo preliminar sobre presença militar no sul do Líbano

Israel, Líbano e Estados Unidos firmaram um acordo preliminar que estabelece bases para futuras negociações de paz na região. O documento prevê a retirada das forças israelenses de áreas no sul do Líbano, mas permite que elas permaneçam caso o Hezbollah não seja desarmado. O acordo foi mediado pelos EUA e sinaliza um primeiro passo para um tratado de paz mais amplo.

Por que importa: O acordo pode reduzir tensões na região e abrir caminho para estabilidade no Oriente Médio.

Mundo

Ataque israelense mata duas pessoas no sul do Líbano e provoca acusações de violação de cessar-fogo

Tropas israelenses abriram fogo no sul do Líbano, resultando na morte de duas pessoas, segundo a Defesa Civil libanesa e a mídia estatal. O ataque ocorreu perto de uma escavadeira em Nabatieh al-Fawqa. O Hezbollah acusou Israel de violar o cessar-fogo que vinha sendo respeitado desde domingo. O incidente ocorre enquanto o Líbano se prepara para uma nova rodada de negociações diretas com Israel em Washington.

Por que importa: O episódio aumenta a tensão na região e pode complicar os esforços de paz entre Israel e o Líbano.

Mundo

Israel realiza ataques ao sul do Líbano após acordo EUA-Irã

Forças Armadas israelenses afirmaram ter atacado mais de 80 alvos no Líbano, matando dezenas de membros do Hezbollah, em resposta a supostas violações do cessar-fogo. O bombardeio ocorreu no distrito de Nabatieh, deixando mortos e feridos. Israel divulgou um mapa mostrando a zona de segurança que pretende manter no território libanês. O ataque ocorreu pouco depois da assinatura de um acordo de paz entre os EUA e o Irã que prevê o fim das hostilidades em todas as frentes.

Por que importa: O incidente demonstra a tensão contínua na região e a possibilidade de novas escaladas militares apesar dos esforços diplomáticos.

Trump critica Netanyahu por ações no Líbano e sugere que a Síria lute contra o Hezbollah

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou frustração com o primeiro‑ministro israelense Benjamin Netanyahu, exigindo que ele seja mais responsável em relação ao Líbano. Trump questionou a ofensiva israelense em Beirute durante as negociações de paz com o Irã e sugeriu que a Síria assumisse o combate ao Hezbollah. Netanyahu, por sua vez, afirmou que a luta de Israel não acabou e que continuará neutralizando ameaças. O comentário de Trump ocorreu na cúpula do G7, enquanto Israel e o Irã assinaram um acordo de paz que reduziu os combates no sul do Líbano.

Por que importa: A crítica de Trump pode influenciar a postura dos EUA em relação às operações militares de Israel e às negociações de paz no Oriente Médio.

Política

Irã ameaça retaliação mais devastadora caso Israel continue bombardeando Líbano

O Irã declarou que responderá com hostilidades ainda mais severas se Israel continuar a atacar o Líbano. Forças israelenses afirmaram ter interceptado mísseis iranianos na última semana. O governo iraniano alerta que a resposta pode ser mais devastadora do que as ações anteriores. A população israelense foi orientada a permanecer perto de abrigos.

Por que importa: A escalada de tensões pode aumentar o risco de conflito regional.

Mundo

Líbano acusa Irã de usar país como moeda de troca nas negociações com os EUA

O governo libanês, liderado pelo primeiro‑ministro Nawaf Salam, acusou o Irã de tratar o Líbano como moeda de troca nas negociações com os Estados Unidos sobre o fim da guerra. A crítica foi feita durante uma coletiva de imprensa sobre um apelo da ONU por ajuda humanitária. O ministro pediu que o Irã cesse de usar o sul do país e seu povo como instrumentos de barganha. A declaração representa a mais dura postura do governo libanês contra o regime iraniano até agora.

Por que importa: A acusação destaca tensões regionais e a influência do Irã sobre o Líbano, afetando negociações internacionais.

Mundo

Trump chama Netanyahu de "louco" em telefonema sobre o Líbano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter chamado o primeiro‑ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de "completamente louco" durante uma ligação em que tentou pressioná‑lo a parar de atacar o Líbano. Netanyahu minimizou o atrito, afirmando que, apesar de divergências táticas, ambos concordam nos pontos principais sobre o Irã e resolvem as diferenças. A tensão entre os dois líderes pode afetar as negociações de paz e a estabilidade regional.

Por que importa: O conflito entre os EUA e Israel pode influenciar a diplomacia com o Irã e a segurança no Oriente Médio.

Mundo

Trump conversa com Netanyahu e Hezbollah, garante cessar-fogo no Líbano

O presidente dos EUA, Donald Trump, dialogou com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e representantes do Hezbollah, assegurando que um cessar-fogo está em vigor no Líbano. Trump informou que Netanyahu concordou em não mover tropas de Israel em direção a Beirute. O Irã condicionou qualquer acordo com os EUA à implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano. A conversa ocorreu em meio a intensificação de ataques israelenses ao sul de Beirute.

Por que importa: O acordo pode reduzir a escalada de violência entre Israel e Hezbollah, afetando a estabilidade regional.

Mundo

Israel captura fortaleza de Beaufort no sul do Líbano

O exército israelense tomou a fortaleza medieval de Beaufort, localizada no sul do Líbano, em operação que representa a incursão terrestre mais profunda do país em mais de 25 anos. A tomada ocorreu após dias de combates e bombardeios em vilarejos vizinhos, com evacuação de civis. A ação ocorreu apesar de um cessar-fogo em vigor, que não tem sido respeitado. O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência para discutir o avanço israelense.

Por que importa: A captura de Beaufort aumenta a pressão militar sobre o Hezbollah e pode alterar o equilíbrio regional no conflito Israel-Líbano.

Mundo

Netanyahu diz que Israel vai 'intensificar' ataques ao Líbano em ofensiva contra o Hezbollah

Israel e Líbano estendem cessar-fogo O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (25) que o país vai intensificar a ofensiva no Líbano para "esmagar" o grupo extremista Hezbollah. O movimento acontece no momento em que Estados Unidos e Irã tentam chegar a um acordo para pôr fim à guerra no Oriente Médio. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Ordenei uma aceleração das nossas operações", declarou Netanyahu em um vídeo publicado no Telegram. "Vamos intensificar os golpes, aumentar a potência e esmagar" o Hezbollah, afirmou. Na sequência,…